quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Ela diz à sua avó que o marido a traiu … Aqui está a resposta da velha senhora …

Esta é uma boa lição para todos nós, não importa em que fase da vida…
Uma jovem foi conversar com sua avó, e contou sobre o quanto as coisas estavam difíceis na sua vida – o marido a havia traído e ela estava arrasada. Ela não sabia o que ia fazer e queria desistir. Ela estava cansada de lutar e brigar. Parecia que assim que um problema estava resolvido, um outro surgia.
Sua avó a levou para a cozinha. Encheu três panelas com água e colocou cada uma delas no fogão. Assim que a água começou a ferver, colocou em uma das panelas cenouras, em outra colocou ovos, e na última colocou café, sem dizer uma palavra.
Cerca de vinte minutos depois, ela desligou o fogão, colocou as cenouras em uma tigela e os ovos em outra. Então pegou o café e derramou o líquido em uma terceira tigela.
Virando-se para a neta, ela disse: “Diga-me o que você vê.”
"Cenouras, ovos e café,” ela respondeu.
Sua avó trouxe as tigelas para mais perto e pediu que a neta experimentasse as cenouras. Ela obedeceu e notou que as cenouras estavam macias. A avó então pediu que ela pegasse um ovo e o quebrasse. Depois de retirar a casca, ela observou o ovo cozido.
Finalmente, pediu que a neta saboreasse o café. A neta sorriu ao provar seu aroma delicioso, e perguntou: “O que significa isso, vovó?”
Sua avó explicou que cada um deles havia enfrentado a mesma adversidade: água fervente. E cada um reagiu de forma diferente. A cenoura era forte, firme e inflexível. No entanto, após ter sido submetida à água fervente, amoleceu e se tornou frágil. Os ovos eram frágeis – sua casca fina protegia o líquido no interior, mas depois de colocados na água fervendo, seu interior se tornou mais rijo. No entanto, o pó de café foi o único que, depois de colocado na água, mudou a água.
“Qual deles é você?”, perguntou a avó. “Quando a adversidade bate à sua porta, como você responde? Você é uma cenoura, um ovo ou o café?”
Pense nisso: Quem sou eu? Sou como a cenoura que parece forte, mas murcho com a dor e a adversidade? Fico frágil e perco a força?
Será que sou o ovo, que começa com um interior maleável, mas muda com o calor? Será que eu tenho um espírito maleável, mas depois de uma morte, uma separação, uma dificuldade financeira ou algum outro julgamento, eu me torno mais difícil e dura? Será que minha casca parece a mesma por fora, mas no interior estou mais amarga, com o espírito e coração endurecidos?
Ou eu sou como o pó de café, que muda a água quente – a própria circunstância que traz a dor? Quando a água fica quente, ele libera a fragrância e o sabor. Se você é como o café, quando as coisas estão no seu pior, você melhora e muda a situação em torno de você. Quando o momento é de escuridão e os obstáculos são mais difíceis, você se eleva a um outro nível?”
Como você lida com a adversidade? Você é uma cenoura, um ovo ou o café?
Espero que você tenha felicidade suficiente para lhe trazer a docura, obstáculos o suficiente para lhe trazer a força, tristeza o suficiente para mantê-lo humano, e esperança suficiente para fazer você feliz.
As pessoas mais felizes não têm necessariamente o melhor de tudo – elas simplesmente aproveitam ao máximo tudo o que vem em seu caminho. Que todos nós possamos ser como o café!
in: internet.

domingo, 13 de dezembro de 2015

O FILHO DA PUTA

Um milionário promove uma festa em uma de suas mansões e, em determinado momento, pede que a música pare e diz, olhando para a piscina onde cria... crocodilos australianos:
- Quem pular na piscina, conseguir atravessá-la e sair vivo do outro lado ganhará todos os meus carros. Alguém se habilita?
Espantados, os convidados permanecem em silêncio e o milionário insiste:
- Quem pular na piscina, conseguir atravessá-la e sair vivo do outro lado ganhará meus carros e meus aviões. Alguém se habilita?
O silêncio impera e, mais uma vez, ele oferece:
- Quem pular na piscina, conseguir atravessá-la e sair vivo do outro lado ganhará meus carros, meus aviões e minhas mansões.
Neste momento, alguém salta na piscina. A cena é impressionante. Luta intensa; o destemido se defende como pode, segura a boca dos crocodilos com pés e mãos, torce o rabo dos répteis. Nossa! Muita violência e emoção. Parecia o filme do Crocodilo Dundy!
Após alguns minutos de terror e pânico, sai o corajoso homem, cheio de arranhões, hematomas e quase despido.
O milionário se aproxima, parabeniza-o e pergunta:
- Onde quer que lhe entregue os carros?
- Obrigado, mas não quero seus carros.
Surpreso, o milionário pergunta:
- E os aviões, onde quer que lhe entregue?
- Obrigado, mas não quero seus aviões.
Estranhando a reacção do homem, o milionário pergunta:
- E as mansões?
- Eu tenho uma bela casa, não preciso das suas. Pode ficar com elas. Não quero nada que é seu.
Impressionado, o milionário pergunta:
- Mas se você não quer nada do que ofereci, o que quer então?
E o homem respondeu irritado:
- Achar o filho da puta que me empurrou na piscina!
Moral da história:
Somos capazes de realizar muitas coisas que por vezes nós mesmos não acreditamos, basta um empurrãozinho. Um filho da puta, em certos casos, é útil em nossa vida.

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Larga o copo!

Uma psicóloga numa palestra falava sobre gestão do stress, quando pegou num copo de água e levantou-o. Todos pensaram que ela ia perguntar "Meio cheio ou meio v...azio?". Mas com um sorriso perguntou "Quanto pesa este copo de água?"

As respostas variaram entre 100 e 350g.

Ela respondeu:
"O peso absoluto não importa. Depende de quanto tempo vocês o seguram. Se eu segurar por um minuto, não há problema.
Se eu o segurar durante uma hora, ficarei com dores no braço. Se eu segurar durante um dia o meu braço ficará mole e paralisado. Em todos os casos o peso do copo não mudou, mas quanto mais tempo eu o segurava, mais pesado ele ficava".

Ela continuou:
"O stress e as preocupações da vida são como aquele copo de água. Eu penso neles durante algum tempo e nada acontece. Eu penso um pouco mais e eles começam a magoar. E se pensar durante um dia completo e sinto-me paralisada, incapaz de fazer qualquer coisa".
Então lembra-te de "largar o copo".

sábado, 25 de julho de 2015

Cuidado com pré julgamentos!!!!

Uma moça aguardava seu voo na sala de embarque de um grande aeroporto. Como deveria esperar algumas horas, resolveu comprar um livro para passar o tempo. Comprou também um pacote de bolachas e sentou-se numa poltrona na sala vip do aeroporto para que pudesse descansar e ler em paz.
 Enquanto ela lia seu livro, sentou-se ao seu lado um homem. Após algumas páginas, ela pegou a primeira bolacha do pacote. O homem também pegou uma. Ela se sentiu indignada, mas não disse nada.
 A cada bolacha que ela pegava o homem também pegava uma. Aquilo a deixava tão indignada que nem conseguia reagir. Ela só respirava fundo e fazia cara feia. Quando restava apenas uma bolacha, ela pensou: "O que será que esse abusado fará agora?"
 Então o homem dividiu a última bolacha ao meio deixando a outra metade para ela. Ah! Aquilo era demais! Ela estava explodindo de raiva!
 Seu voo é anunciado. Ela pega seu livro e suas coisas e se dirigiu ao embarque. Entra no avião e se acomoda na poltrona. Então, ela abre a bolsa para pegar uma bala. Para sua surpresa o pacote de bolachas estava lá, ainda intacto, fechadinho.
 Ela sentiu tanta vergonha! Só então percebeu que a errada era ela. Distraidamente, havia guardado seu pacote de bolachas dentro da bolsa e o homem havia dividido as bolachas dele sem sentir-se indignado, nervoso ou irritado. Infelizmente, já não havia mais tempo para se explicar ou pedir desculpas...
 Cuidado, às vezes, nós é que estamos errados e precisamos ter a humildade de admitir. Não julgue as pessoas. Antes de concluir, observe melhor. Talvez as coisas não sejam exatamente como você pensa.
 Compartilhei esta conhecida mensagem, para juntos refletirmos sobre seu ensinamento. Espero que gostem.

segunda-feira, 20 de julho de 2015

sábado, 31 de janeiro de 2015

Frase

"A música é capaz de reproduzir, em sua forma real, a dor que dilacera (atormenta) a alma e o sorriso que inebria (encanta)." (Ludwig van Beethoven)

sexta-feira, 18 de abril de 2014

Miguel Torga

... ou se preferirem, Adolfo Correia da Rocha... 

"Recomeça....
Se puderes
Sem angústia
E sem pressa.
E os passos que deres,
Nesse caminho duro
Do futuro
Dá-os em liberdade.
Enquanto não alcances
Não descanses.
De nenhum fruto queiras só metade..."

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Medir o nível de envolvimento

A falta de conhecimento sobre o assunto e o pensamento de que os funcionários estão satisfeitos muitas vezes faz com que as empresas incorram no erro de adotar instrumentos inadequados na hora de medir seu nível de envolvimento ou grau de engajamento. O mais comum é utilizar a pesquisa de satisfação.